sábado, 26 de junho de 2010

Militares da 4ª Brigada treinam para missão no Haiti

A Gazeta News

O embarque para o Haiti será feito em levas, a partir do dia 15 de agosto.

A 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada prepara 181 militares que farão parte do contingente da missão de paz no Haiti. Eles farão parte do Esquadrão de Fuzileiros Mecanizados Guaicurus e realizam treinamento em Amambai.

O treinamento dos militares que irão compor o 13° Contingente do Batalhão Brasileiro no Haiti teve início na segunda, 22. Os combatentes foram divididos em quatro pelotões: enquanto dois passavam por um módulo de tiro, os outros realizavam instruções de combate em área urbana.

Na segunda etapa do exercício, os militares ficarão aquartelados, onde serão executadas atividades administrativas preparatórias para a viagem, além da avaliação realizada por psicólogos militares do Centro de Estudo do Pessoal, do Rio de Janeiro-RJ.

De acordo com o site A Gazeta News, o embarque para o Haiti será feito em levas, a partir do dia 15 de agosto e vai até dia 2 de setembro. Alguns dos militares são veteranos e já estiveram no Haiti. Por esta razão foram selecionados para compor o novo contingente.

Os militares que irão compor o 13° Contingente do Batalhão Brasileiro no Haiti com a missão de paz retornarão após seis meses ao Brasil.

sábado, 5 de junho de 2010

Revista da 1a. Cia. de Engenharia de Paz no Haiti (Braengcoy)

Para acessar o site, clique no seguinte LINK:

http://issuu.com/braengcoy/docs/revista9contg

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Novo grupo de militares segue para o Haiti

Flávia Villela
Da Agência Brasil
No Rio

Um avião com 130 integrantes do segundo escalão do Batalhão do Exército Brasileiro seguiu hoje (15) para o Haiti com o objetivo de reforçar o contingente da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do país (Minustah).

No sábado (13), 130 homens do primeiro escalão já haviam embarcado. O comandante do batalhão, coronel Luciano Puchalski, explicou que até 1º de março todo o 2º Batalhão, com cerca de 800 homens, estará no Haiti e lá permanecerá durante aproximadamente seis meses, quando haverá a troca por outro grupo.

“Nós vamos reforçar nas ações de segurança e na ajuda humanitária, na organização da distribuição dos donativos que o mundo todo tem mandado para lá. Estamos indo aos poucos, pois dependemos da infraestrutura que está sendo montada para a tropa no acampamento, como eletricidade, água e as próprias barracas”.

Puchalski informou que já estão no Haiti cerca de 1.200 homens do Exército e da Marinha, realizando operações militares e humanitárias na capital Porto Príncipe, onde um terremoto de magnitude 7 matou mais de 200 mil pessoas há pouco mais de um mês.

No dia 17 de fevereiro, segundo o coronel, um navio da Marinha brasileira chega ao Haiti transportando veículos do Exército, carros de combate e mantimentos, entre outros produtos. “Outro navio grande deve estar saindo daqui do Porto do Rio entre 20 e 21 de março com mais carros de combate e materiais importantes para a missão no Haiti”.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

BRAENGCOY - Tem novo Comandante

Foto: Sgt S. Oliveira e Ten Briet


Porto Príncipe/ Haiti - A cerimônia de passagem de comando da Companhia de Engenharia de Força de Paz Haiti (BRAENGCOY) foi realizada, no dia 04 de fevereiro, na Base General Bacellar, em Porto Príncipe.


Em solenidade conjunta com o Batalhão de Infantaria de Força de Paz (BRABAT) e Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais no Haiti (BRAMAR), o Coronel DÉLCIO MONTEIRO SAPPER passou o Comando da Companhia ao Tenente Coronel VLADIMIR PIRES PINTO.


Presidida pelo Sr Edmond Mulet, Representante Especial do Secretário Geral da ONU no Haiti, a formatura contou com a presença de diversas autoridades civis e militares, destacando-se o General-de-Brigada FLORIANO PEIXOTO VIEIRA NETO, Force Commander da MINUSTAH.



Para ver mais fotos, acesse o seguinte site:

http://www.edsonpaim.com.br/

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Base brasileira no Haiti não sofre danos em novo terremoto

12h13
Leandra Felipe
Da Rádio Nacional
Em Brasília

Apesar do susto, ninguém ficou ferido e não houve estragos na Base Militar brasileira General Bacelar, após o novo terremoto que atingiu o Haiti no começo da manhã de hoje (20). A informação foi dada pelo primeiro-tenente da Força Aérea Brasileira (FAB), Luiz Cláudio Ferreira. No momento do novo tremor, registrado por volta das 6h em Porto Príncipe, capital do Haiti (9h em Brasília), ele estava no hospital de campanha montado ao lado da base.

"Foi uma sensação muito ruim, uma sensação péssima, parecia que a gente estava numa gangorra. A impressão é de que a gente não tem para onde correr. Mas está todo mundo bem aqui na base brasileira onde estou, no hospital de campanha. Aqui não teve nenhum efeito maior", contou o primeiro-tenente.

Luiz Cláudio informou também que não há registro de feridos em decorrência do novo abalo sísmico em Porto Príncipe porque as tropas militares ainda iriam começar a patrulha de rotina. "O terremoto aconteceu muito cedo e as tropas ainda não haviam saído para o centro da capital", explicou.

O tenente não soube precisar quanto tempo durou o tremor, que atingiu 6,1 de magnitude na escala Ricther. "Eu acho que o tremor deve ter durado uns 10 segundos, mas pareceu ter sido de horas para nós que estamos aqui", concluiu.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Brasil tem disposição para dobrar tropas no Haiti, diz general

Atualizado às 19h55.

O comandante do Exército, general Enzo Martins Peri afirmou, durante entrevista coletiva nesta segunda-feira, que o Brasil tem disposição de ampliar o efetivo brasileiro no Haiti. No entanto, a definição da cota de militares brasileiros deve ser definida pela ONU, que coordena a missão de paz Minustah. Antes do tremor, a Minustah contava com cerca de 7.000 militares, sendo 1.266 brasileiros.

Na coletiva, ele informou ainda que a previsão de chegada ao Brasil dos 16 corpos de militares brasileiros encontrados no Haiti é nesta quarta-feira.

Ainda há dois militares desaparecidos, e sobre eles o Exército não divulgou novidades. O avião que transportará os corpos aterrissará em Brasília.

O terremoto do último dia 12 matou ainda a brasileira Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, e o chefe-adjunto civil da missão da ONU no Haiti, Luiz Carlos da Costa.

Peri falou de seu choque ao chegar a Porto Príncipe. "No caminho do aeroporto para a base, podemos ver os primeiros sinais do desastre. Alguns corpos colocados em frente ao hospital, pessoas se jogando pelas ruas, com aquela expressão de sofrimento", descreveu.

Anteriormente nesta segunda-feira, o governo brasileiro anunciou que não discute nenhuma ampliação na doação de US$ 15 milhões [cerca de R$ 26 milhões] programada para o país.

A União Europeia (UE) anunciou um reforço de R$ 500 milhões na ajuda financeira ao Haiti.

ONU

O secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Ban Ki-moon, defendeu hoje, em reunião do Conselho de Segurança realizada a portas fechadas, um aumento no número de militares em missão de paz no Haiti.

Na saída da reunião, Ban contou a jornalistas que, além de defender a presença de mais "capacetes azuis" no país, defendeu ainda que o mandato da missão de paz --a chamada Minustah, que é militarmente liderada pelo Brasil-- seja prolongado em seis meses.

O terremoto aconteceu às 16h53 do último dia 12 e teve epicentro a 15 quilômetros de Porto Príncipe, a capital do país, que ficou virtualmente devastada. O Palácio Nacional e a maioria dos prédios oficiais desabaram. O mesmo aconteceu na sede da missão de paz da ONU no país, a Minustah, liderada militarmente pelo Brasil.

Ainda não há um dado preciso do total de mortos. A Organização Pan-Americana de Saúde, ligada à ONU, afirma que podem ter morrido cerca de 100 mil pessoas. Já a Cruz Vermelha estima o número de mortos entre 45 mil e 50 mil. O governo do Haiti já chegou a estimar em 200 mil o número de mortos. Cerca de 70 mil corpos já foram enterrados em valas comuns desde o terremoto, disse neste domingo o secretário de Alfabetização local, Carol Joseph.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Equipes concluem varredura em 60% de áreas afetadas no Haiti; 70 foram resgatados

Do UOL Notícias*
Em São Paulo
As equipes de resgate que trabalham no Haiti já concluíram as buscas por sobreviventes em 60% das áreas afetadas pelo forte terremoto da última terça-feira, tanto na capital Porto Príncipe como em localidades vizinhas também atingidas.

Ao todo, 70 pessoas foram tiradas com vida de entre os escombros dos prédios derrubados pelo tremor. "É um número recorde de pessoas achadas vivas após um terremoto", disse à Agência Efe Elizabeth Byrs, porta-voz do Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA, na sigla em inglês).

Segundo a funcionária, os "especialistas que trabalham sobre o terreno ainda não perderam a esperança de encontrar mais sobreviventes".

Nova estimativa de mortos
Em comunicado divulgado neste domingo (17), a Organização Mundial da Saúde (OMS), ligada a ONU, estima que o tremor deixou de 40 mil a 50 mil mortos.

Os militares mortos no Haiti

  • Arquivo pessoal

    2º sargento Leonardo de Castro Carvalho, sediado em Lorena (SP)

  • Marlene Bergamo/Folha Imagem

    2º sargento Davi Ramos de Lima

  • Marlene Bergamo/Folha Imagem

    Soldado Tiago Anaya Detimermani


"A OMS e a Organização Pan-Americana de Saúde consideram que o número de mortos está compreendido entre 40 mil e 50 mil", afirma o documento sobre o Haiti assinado pelo Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU.

Na sexta-feira (15), a Organização Pan-Americana de Saúde afirmou que o total de mortos poderia chegar a 100 mil.

Os números de hoje estão de acordo com o último balanço das autoridades haitianas, que registrava 50 mil mortos e 250 mil feridos, além de 1,5 milhão de desabrigados e mais de 25 mil corpos resgatados até o momento.

"Vinte mil corpos foram oficialmente retirados pelo Estado, sem contar aqueles retirados pela Minustah (Missão das Nações Unidas no Haiti), pelas ONGs e pelos voluntários, que somam por volta de 5.000 a 6.000", declarou o primeiro-ministro, Jean-Max Bellerive, no sábado (16) à agência AFP.

Com o resgate do corpo do brasileiro Luiz Carlos da Costa, número 2 da missão da ONU (Organização das Nações Unidas) no Haiti, subiu para 16 o número oficial de brasileiros mortos no tremor. Além de Costa, morreram 14 militares e a médica sanitarista e fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns.

Segundo o ministro Nelson Jobim (Defesa) há mais um civil morto, mas seu nome não foi divulgado.

*Com informações das agências internacionais