terça-feira, 20 de setembro de 2016

Mês passado foi o agosto mais quente desde 1880, diz NOAA

France Presse

É o 16º mês consecutivo a bater recorde global de calor.
Período de janeiro a agosto deste ano também é o mais quente registrado.

Do G1, em São Paulo
Um garoto pula no mar durante o pôr do sol na Cidade de Gaza (Foto: Mohammed Abed/AFP)Garoto pula no mar durante pôr do sol na cidade palestina de Gaza, em agosto (Foto: Mohammed Abed/AFP)
Este ano teve o mês de agosto mais quente já registrado desde o início do monitoramento, em 1880, anunciou nesta terça-feira (20) a Agência Oceânica e Atmosférica Americana (NOAA, na sigla em inglês). Assim, o mês passado foi o 16º consecutivo que alcançou o máximo de temperatura -- é o período mais longo deste tipo. Agosto de 2015 foi 0,05 °C mais quente que agosto de 2015.
O período de janeiro a agosto também foi o mais quente nos registros da NOAA, com 2016 a ponto de quebrar um novo recorde anual de calor no planeta, superando 2015.
Agosto deste ano teve temperatura 0,92 ºC acima da média do século 20 para o mês.
A NOAA destacou alguns "eventos e anomalias" climáticas do mês passado. No território continental dos Estados Unidos foram registrados recordes de chuvas no Vale do Mississipi, no centro do país, e devastadoras inundações no estado da Louisiana.
Na América do Sul, segundo a NOAA, ocorreram chuvas acima da média no leste da Colômbia e no sul do Chile e do Brasil, enquanto na costa norte do continente e no centro do Chile e daArgentina a média esteve abaixo do habitual.
Situação parecida enfrentou a Europa durante o mês passado, com o norte e centro do continente com maiores precipitações do que a média, enquanto a região central teve também umidade abaixo da média.

Postado por Carlos PAIM

terça-feira, 10 de maio de 2016







quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Brasil se prepara para um verão de temperaturas extremas

  • Há 1 hora
Image copyright Agencia Brasil
 

O próximo verão promete ser um dos mais insuportáveis de todos os tempos no Brasil, com as temperaturas ultrapassando facilmente os 40ºC por vários dias seguidos nos locais tradicionalmente mais quentes, como Rio de Janeiro, Piauí e Tocantins. Segundo meteorologistas, os termômetros podem registrar calor até 4ºC acima da média.
E, diante de uma primavera que já teve dias de calor intenso em algumas regiões, muita gente já se prepara para o pior.
É que, pela primeira vez, se registra uma combinação inédita: a elevação da temperatura média do planeta por conta do aquecimento global e um fenômeno El Niño muito intenso.
De acordo com especialistas, o mundo já está 0,8ºC mais quente por conta do aquecimento global provocado pela ação humana. E tudo indica que 2015 deverá ser o ano mais quente já registrado.
Para piorar, a previsão para este ano é de que tenhamos um super El Niño, ou mesmo um El Niño monstro, como já vem sendo chamado; dos mais intensos já registrados.
O fenômeno está relacionado ao aquecimento das águas do Pacífico Sul e, em geral, à elevação das temperaturas globais. De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, o EL Niño deste ano pode ser tornar um dos quatro mais quentes dos últimos 65 anos.
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"Podemos esperar um verão mais quente, com temperaturas até quatro graus Celsius acima da média", diz o meteorologista José Antonio Marengo, coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).
"Isso ocorre por uma combinação de fatores: o aumento da temperatura por conta do aquecimento, as ilhas de calor das cidades e um El Niño intenso que estará em sua atividade máxima justamente em novembro, dezembro e janeiro."
 

O climatologista Carlos Nobre, atualmente na presidência da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), diz que já é possível saber que o próximo verão será seco em várias partes da Amazônia e também registrará menos chuvas do que a média no Nordeste. O Sul do país, por sua vez, será castigado por chuvas mais intensas. A grande incógnita para os especialistas é o que acontecerá no Sudeste.
"O verão terá temperaturas mais altas no Sudeste, isso podemos dizer, por conta da influência do El Niño. Mas não dá para saber ainda como será o regime de chuvas", diz Nobre.
A estiagem registrada nos últimos dois anos - com graves consequências para os níveis dos reservatórios de água - pode agravar ainda mais o problema, se voltar a se repetir. Setembro foi de chuvas na região, mas, novamente, não há ainda como prever como será o próximo mês.
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O Rio de Janeiro está entre as cidades com o verão mais quente do país, ao lado de Teresina, no Piauí, e Palmas, no Tocantins. E mesmo São Paulo, tradicionalmente mais frio, terá temperaturas mais altas.

 

"Na Europa, na onda de calor de 2003, mais de 30 mil mortes foram atribuídas ao calor", lembra Nobre. "E as temperaturas foram de três graus acima da média. Claro, eles lá não tinham muitos locais com ar-condicionado, nem estão adaptados ao calor, mas, ainda assim."
No Sul e no Sudeste, as cidades têm planos apenas para enchentes. No Nordeste, para a seca.
Mas, até agora, por incrível que pareça, nenhuma cidade brasileira tinha um plano emergencial para lidar com o calor. Pela primeira vez, o Centro de Operações da Prefeitura do Rio - que reúne diferentes secretarias e órgãos municipais com o objetivo de responder à emergências de forma integrada – elabora um plano para ondas de calor intenso, como as que atingiram recentemente a Índia e o Paquistão, deixando milhares de mortos.
"A falta de previsão é motivo para estarmos ainda mais preparados. Não podemos correr riscos, não podemos esperar duzentas pessoas morrerem para começarmos a agir", afirma o diretor do Instituto Pereira Passos, Sérgio Besserman, que integra a força-tarefa da Prefeitura.




 

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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Terça-feira será de sol, calor de 39ºC e umidade relativa do ar baixa

Viviane Oliveira
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O dia será de calor e umidade relativa do ar baixa em Campo Grande e na maioria das cidades de MS. (Foto: Marcos Ermínio) O dia será de calor e umidade relativa do ar baixa em Campo Grande e na maioria das cidades de MS. (Foto: Marcos Ermínio)
O dia amanheceu aberto em Campo Grande e a terça-feira será de sol, muito calor e umidade relativa do ar baixa na maioria das cidades de Mato Grosso do Sul. Conforme o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), a temperatura máxima no Estado deve ficar em torno dos 39ºC.
Na Capital, o tempo será claro a parcialmente nublado com névoa seca no período na tarde, temperatura máxima na casa dos 33ºC e umidade relativa do ar mínima em 40%. Em Ponta Porã, a máxima será de 35ºC, Três Lagoas 34ºC, Ladário 38ºC e São Gabriel do Oeste 39ºC.
Segundo os meteorologistas do Cemtec (Centro de Monitoramento de Tempo, do Clima e dos Recursos Hídricos), as temperaturas devem ficar altas na parte da tarde na região de Porto Murtinho, Caracol, Bela Vista, Jardim e cidades próximas. A umidade relativa do ar vai ficar entre 36% e 45%. O índice de radiação ultravioleta deve focar com valores máximos.
Na quarta-feira, o calor continua em todo estado, mas chove no período da tarde em áreas isoladas no Pantanal. A partir de quinta-feira, as pancadas de chuva ocorrem em todo MS, de acordo com o Inmet.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

(SATÉLITE/RADAR) A frente fria na região sudeste do país provoca grande nebulosidade e chuva fraca a moderada sobre o Estado do Espírito Santo, norte do Rio de Janeiro e em parte da faixa oeste de Minas Gerais. Já Estado de São Paulo são os ventos úmidos que sopram do mar, oriundos de um sistema de Alta Pressão no Oceano e que fica na retaguarda da frente, é que provocam chuva no litoral paulista. Na região norte do Brasil, os fortes ventos nos altos níveis da atmosfera, o calor e a alta umidade do ar influenciam bastante na chuva, de maneira moderada, e das várias incidência de descargas elétricas no Pará. Uma massa de ar frio no sul do País ajudou na queda das temperaturas do ar, principalmente, no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Nas demais áreas do país, como em parte da região norte e principalmente em toda a região nordeste, o tempo seco continua a predominar e auxilia na inibição de formação de nuvens carregadas e nos elevados valores da temperatura do ar. (CHUVA) Segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) e o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), o acumulado de precipitação (das últimas 24 horas) até às 8h40 desta manhã é de 94mm em Ubatuba, localizados no litoral norte de São Paulo, 88,1mm em Mangaratiba, 61,2mm em Angra dos Reis, ambas localizadas no litoral sul do Rio de Janeiro e 53,4mm em São Sebastião. (FUMAÇA) Houve registro de fumaça de queimada nesta segunda-feira (05/10) com visibilidade horizontal reduzida entre 1200 e 5000 metros nos aeroportos Alta Floresta-MT, Carajás-PA, Palmas-TO, Manaus-AM e Carolina-PA. (NEVOEIRO) Segundo os dados dos aeródromos, a cidade de Juiz de Fora (em Minas Gerais) e Tarauacá (Acré) amanheceu hoje (05/10) com nevoeiro, reduzindo a visibilidade horizontal para 500 e 1000 metros, respectivamente, sendo os menores valores registrados, até o momento, na América do Sul. (VENTO) Os maiores valores de rajadas de vento, nas últimas 11 horas, foram registrados nas regiões nordeste, norte e sudeste do Brasil, com 50,8km/h, às 22 horas de ontem, em Quixeramobim (localizado no Céara), 49,3km/h às 22h de ontem no Arraial do Cabo (no Rio de Janeiro) e 49,3km/h à 0h em São Pedro do Piauí (no Piauí). (Fonte dos dados: INMET). (TEMPERATURAS MÍNIMAS) Nesta manhã de segunda as temperaturas diminuiram bastante no sul do país, devido à atuação de uma massa de ar frio, e as mínimas foram de 3,9°C em São José dos Ausentes-RS, 5,0°C em Canela-RS, 5,5°C em São Joaquim-SC e em Vacaria-RS, 5,7°C no Morro da Igreja-SC e 6,0°C em Jaguarão-RS. (FURACÃO) Furacão Joaquin no Oceano Atlântico O Furacão Joaquin, que atua sobre o Oceano Atlântico e entre a ilha das Bermudas e a faixa leste dos Estados Unidos, junto com uma frente fria provocaram chuvas fortes, várias inundações e 8 mortes na faixa leste dos Estados Unidos, com foco principalmente na Carolina do Sul. De acordo com a Organização Mundial da Meteorologia, desde o dia 04 de Outubro foram registrados 361mm em no Aeroporto de Charleston (na Carolina do Sul), 262mm no aeroporto de Columbia (na Carolina do Sul), 140,0mm na (na Carolina do Norte). Na semana passada também tivemos registros de acumulados de até 635mm na Bahamas, deixando cerca de 350.000 pessoas prejudicadas e um navio de carga, com 28 norte americanos e 5 poloneses, está desaparecido por mais de 40 horas após passar perto do Furacão Joaquin, quando ele estava com a categoria 4 e com ventos de até 250km/h, entre os dias 2 e 3/10. Essa tormenta surgiu no último dia 28 de setembro e no momento está classificada com a categoria 1 da escala Saffir-Simpson, que vai de 1 a 5, com ventos de 140km/h. A tendência é de que Joaquin continue com a categoria 1 da escala Saffir nos próximos instantes, com potencial para ventos de 150 km/h, e, junto com à atuação de uma frente fria bem próximo a costa leste dos Estados Unidos, provoque mais chuva forte, com acumulados acima dos 200mm, em boa parte da faixa leste dos Estados Unidos (com foco principalmente nas regiões da Carolina do Norte, Carolina do Sul e Virgínia) até o dia 7 de outubro.

sábado, 12 de setembro de 2015


Sábado será de chuva forte no Sudeste, frio no Sul e sol em parte no Nordeste


Agência Brasil

Após uma semana de chuvas acima da média esperada para o período, a previsão do tempo para São Paulo neste sábado é de precipitações em áreas isoladas no leste, norte e nordeste do estado. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), uma névoa seca vai ocupar o centro, oeste e sul do estado.
Para os outros estados do Sudeste, a previsão é de céu nublado a encoberto com pancadas de chuva forte em áreas isoladas de Minas Gerais, no sul e na capital do Espírito Santo e no Rio de Janeiro.
No Sul, uma massa de ar frio vai fazer as temperaturas caírem em grande parte da região A previsão é de temperatura baixa no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no sul e sudoeste do Paraná. Há possibilidade de geada em pontos isolados da região. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a temperatura máxima prevista para a região é de 23 graus Celsius (ºC) para o norte do Paraná e pode chegar à mínima de -2°C nas áreas de serra.
Há possibilidade de chuva na faixa litorânea da região Nordeste, entre o sul da Bahia e o leste do Rio Grande do Norte. Também estão previstas pancadas de chuva ao norte do Maranhão. Nas demais áreas da região, o dia será de sol.
Na Região Centro-Oeste, haverá predomínio de sol no extremo sul e norte de Mato Grosso e o dia será nublado com pancadas de chuva no sudeste do Mato Grosso, nordeste de Mato Grosso do Sul, centro-sul de Goiás e no Distrito Federal. Nas demais áreas da região a previsão é de sol e poucas nuvens. A temperatura máxima é de 42°C no norte do Mato Grosso e mínima de 6°C no sul do Mato Grosso do Sul.
A previsão para o Norte é de pancadas de chuva à tarde no norte e oeste da região e de sol com poucas nuvens nas demais áreas. A máxima prevista para a região é de 40°C no leste do Amapá e a mínima é de 18°C no sul do Pará.

Tags: chuva, Previsão, regiões, Rio, Tempo